Bom dia, bom dia!
Faz hoje pouco menos de um ano que moro com o meu namorado, e na verdade, já são 4 famílias para visitar no natal. Acontece que infelizmente não conseguimos estar em todo o lado, e apesar de eu me considerar até uma pessoa muito razoável e fofinha, começam as intrigas.
Tudo começou com a minha voz do pensamento a perguntar-me "E se juntasses toda a gente? A casa nem é pequena, cabemos cá todos." A verdade é que já causei um reboliço total, a ponto de convidar uma casa por telefone e a conversa se transformar de tal ordem, que do ponto de vista da dona da casa eu não gosto dela e só a quero ver pelas costas, enfim. Não conseguimos agradar toda a gente. A mulher até anda com problemas e eu dou um desconto - nem quero imaginar se chegarmos às partilhas.
Adiante, os garotos e alguns adultos já começam a pedir as prendas ao Pai Natal, e dois meses antes já eu andava a tentar encontrar as coisas, e pelo andar da carruagem, daqui a uns anos em Agosto já começa a publicidade dos brinquedos. O natal devia ser uma época festiva, emocional e familiar, mas começo a achar que é a única altura do ano em que realmente está sempre tudo mal (pelo menos para o meu lado).
Mas o que me animou ontem foi mesmo uma ida ao ginásio, fazer um treino do tipo "Peso Pesado" e ver o "Mannequin Challenge" do 5 para a meia noite. Ora vejam:
http://media.rtp.pt/5meianoite/videos/mannequin-challenge-chegou-ao-5-meia-noite/
PS: Se houver por aí algum leitor que tenha a boa vontade de ler o meu blog... Desculpe qualquer coisa, foi só um desabafo.
Mais um blog que relata algumas das idiotices deste mundo e pelas quais eu vou passando. Talvez tenha umas coisas interessantes pelo meio, sei lá.
18.11.16
17.11.16
O tempo do Livro das Caras
Chegou o dia em que alguém ficou chateado comigo porque não vi uma mensagem no "Livro das Caras" (diga-se em inglês) enviada há 13 horas. Cada vez gosto mais daquilo.
16.11.16
5 coisas que (inevitavelmente) me acontecem no trajeto casa - trabalho
Eu até dizia bom dia, mas há pelo menos um ano e meio que as minhas primeiras horas do dia são bastante agressivas e me deixam num tal estado de rabugice que nem tento agradar alguém.
E depois de ter pedido por favor aos senhores clientes do café do largo que se afastassem do meu veículo e de ter levado com pessoas a querer saltar para cima do mesmo em 3 ou 4 rotundas, eis que aparece uma alminha que decide manter-se na faixa da esquerda, a 30 km/h num troço descendente e limite máximo de 90 km/h. Escusado será dizer que ao fim de uns meses já era BFF da buzina.
Sim, de facto, mantenho o meu posto de trabalho há um ano e meio (do qual me orgulho bastante, mas só a partir das 09:00, porque até lá, obviamente estou rabugenta - não no sentido visual ou audível da coisa, mas internamente, lá no meu fundo, estou aos berros), e desde então faço o meu percurso de casa ao trabalho com o namorado - que felizmente trabalha comigo - todos os santos dias (exceto fim de semana, e mesmo assim às vezes não me safo). Saio de casa por volta das oito menos dez e chego por volta das oito e vinte à cidade vizinha.
E perguntam vocês: para quê esse mau feitio, pá?
Bom, eu até sou boa pessoa, mas este tráfego deixa-me doida. Reuni portanto, uma compilação das 5 coisas que inevitavelmente me acontecem no caminho de casa para o trabalho:
1. As pessoas que insistem em encostar-se aos carros como se fossem bancos de jardim
Esta é a primeira coisa que me acontece logo de manhã, assim que saio porta fora. Eu moro no "largo dos cafés", e os clientes assíduos adoram encostar aos carros como se de uma esplanada se tratasse. Lá vou eu pedir por favor, e "desculpe o incómodo" que tenho de pegar na mesa de esplanada para fazer uma viagem de meia hora e ir trabalhar.
2. As pessoas que decidem ir em frente para a rotunda quando antes estavam na faixa da direita.
As pessoas que literalmente decidem ir em frente para a rotunda (em vez de a contornarem) quando antes estavam na faixa da direita e um veículo (comigo lá dentro, pois claro) se desloca na faixa da esquerda. Bom, quem conduz sabe perfeitamente a quantidade de vezes que isto nos acontece por dia, e como dizia o outro, "O hábito é filho da preguiça e pai da constância" e dificilmente desaparece.
3. As pessoas que num troço descendente e de duas faixas se mantêm à esquerda a uma velocidade "impraticavelmente" lenta
4. As pessoas que param os carros mesmo à portinha da escola dos miúdos
Em penúltimo (mas não menos importante que as anteriores), as pessoas que param os carros (às vezes em segunda e terceira fila) mesmo à porta das escolas e creches (no meu trajecto passo por três) e que tiram os miúdos pela porta que lhes dá mais jeito - a que está virada para a faixa de rodagem e onde os veículos passam a 20 centímetros de distância. Pais e encarregados de educação: não façam isso.
5. A procura quase interminável de um lugar de estacionamento
Por último, já depois de ter pedido aos senhores do café para se encostarem a outro carro, de ter passado por 15 rotundas onde os carros se metem à nossa frente, de ter mandado uma ou duas buzinadelas e de ter passado pelos pais à porta das escolas com medo de atropelar alguma criatura de meio metro, eis que chegamos à porta do trabalho e temos de encontrar um lugar de estacionamento. Finalmente, e acreditem que trabalho numa cidade nada parecida com Lisboa ou Porto, depois de 15 minutos à procura de um lugar lá o encontro. Ao estacionarmos, com o auxílio imprescindível dos espelhos e às vezes do vizinho, eis que mesmo antes de entrar pela porta do trabalho, dou de caras com uma frase super animadora de um agência funerária com letras néon roxas, "serviço permanente 24h".
15.11.16
E pronto, cá vou eu.
Este é, obviamente, mais um entre milhões de blogs que andam por aí e que começam hoje, às 16:30 da tarde (sim, porque no rodapé diz 8:30 da manhã, mas não, são quatro e meia da tarde. - depois vejo se dá para alterar isto do fuso horário), com um frio de gelar as costelas e de quem acha que não tem mais nada para fazer. Porque sim e porque me apetece.
Ora, nos dias que correm, é sempre difícil escolher um tema de conversa entre tantos que se passam no quotidiano e este blog serve precisamente para isso: conversar sobre as idiotices do mundo que nos mantém com os pés no chão e que nos faz querer (ou não), descer e sair. Espero então, manter-me e manter-vos entretidos e actualizados.
Boa tarde para quem ainda não vi!
Ora, nos dias que correm, é sempre difícil escolher um tema de conversa entre tantos que se passam no quotidiano e este blog serve precisamente para isso: conversar sobre as idiotices do mundo que nos mantém com os pés no chão e que nos faz querer (ou não), descer e sair. Espero então, manter-me e manter-vos entretidos e actualizados.
Boa tarde para quem ainda não vi!
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